Dona Berta
Tinto Cão Reserva 2008 |
Garrafa 0.75L
Caixa de 6 |
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0,00 €
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FICHA TÉCNICA (clique nos tópicos para mais detalhes)
-CONCEITO
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A concepção deste vinho teve por ideia base deixar exprimir o carácter de uma das melhores castas portuguesas – Tinto Cão – no terroir de Freixo de Numão, caracterizado por uma altitude entre os 400 e 600 m, em pleno Douro Superior, que permite maturações lentas e vindimas tardias.
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-CASTAS
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Tinto Cão 100 %. Na colheita de 2008, apesar de não ter sido um ano excepcional no Douro, a maturação foi quase perfeita, originando um vinho com o perfil típico da casta e que, por tal razão, mereceu ser engarrafado estreme.
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-TECNOLOGIA
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A tecnologia foi minimalista, para permitir a expressão da casta e do terroir. Após o esmagamento das uvas com desengace e a desinfecção com uma dose mínima de sulfuroso, procedeu-se à inoculação de leveduras seleccionadas. A fermentação decorreu numa pequena cuba de inox a uma temperatura entre os 28 e 30 ºC, sendo feitas, regularmente, remontagens com arejamento. Após a fermentação maloláctica, o vinho estagiou, na totalidade, em barricas de madeira, durante um ano. O engarrafamento fez-se cerca de ano meio após a vindima e a estabilização do vinho limitou-se a uma ligeira colagem seguida de filtração. Não se estabilizou pelo frio artificial podendo, por isso, formar um ligeiro precipitado com o tempo, que em nada prejudica a qualidade do vinho.
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-PARÂMETRO ANALÍTICOS
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Álcool em volume …. 13,5 % Vol. Acidez total ………... 5,24 gr/dm3 (ácido tartárico) Acidez volátil ……… 0,60 gr/dm3 (ácido acético) pH ………………….. 3,68
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-PROVA ORGANOLÉPTICA
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A casta Tinto Cão em anos de especial qualidade de vindima produz vinhos fora do comum, mas que para serem devidamente apreciados requerem toda a nossa atenção. Sugerimos que sirva o vinho em copo de cristal e vá seguindo a sua evolução no copo ao longo do tempo. De início, o aroma é dominado pela fruta, depois começam a aparecer notas vegetais e de madeira muito bem envolvida, num conjunto de grande elegância. Na boca percebe-se porque é um vinho de perfil gastronómico, com persistência, acidez e taninos poderosíssimos mas civilizados, que permite acompanhar em crescendo as longas refeições de convívio tão ao gosto do povo português.
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-APTIDÕES
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Enquanto novo, é especialmente indicado para pratos fortes e de sabores intensos, como os rojões, o bacalhau frito ou o cachaço de porco assado no forno. Com o tempo de garrafa ganha complexidade e arredondam-se os taninos, passando a ser o companheiro ideal para a perna de borrego ou o cabrito no forno.
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-MODO DE SERVIR
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Servir a 16 ºC, quando jovem, e a cerca de 18 ºC, com mais de cinco anos de idade. Neste caso, poderá formar um ligeiro sedimento, se estiver sujeito às temperaturas baixas de invernos rigorosos, pelo que se justifica a sua decantação antes de servir.
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