Dona Berta
Reserva Especial Tinto 2009 |
Garrafa 0.75L
Caixa de 6 |
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0,00 €
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FICHA TÉCNICA (clique nos tópicos para mais detalhes)
-CONCEITO
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A concepção deste vinho teve por ideia base, desde a primeira colheita, deixar exprimir, o carácter do terroir de Freixo de Numão, caracterizado por uma altitude que varia entre os 400 e 600 m, em pleno Douro Superior.
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-CASTAS
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As tradicionais do Douro Superior, nomeadamente Touriga Nacional, Tinta Roriz, Tinta Barroca, Tinto Cão e Touriga Franca, de vinhas situadas a uma cota elevada, que permite uma maturação lenta e, portanto, a obtenção de uvas equilibradas e perfumadas. Na colheita de 2009, apesar de não ter sido um ano excepcional no Douro, a maturação foi quase perfeita, originando um vinho que mereceu da Câmara de Provadores do IVDP que faz a certificação a nota máxima.
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-TECNOLOGIA
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A tecnologia foi minimalista, de forma a permitir a expressão das castas e do terroir. Após o esmagamento das uvas com desengace e a desinfecção com uma dose mínima de sulfuroso, procedeu-se à inoculação de leveduras seleccionadas. A fermentação decorreu em pequenas cubas de inox a uma temperatura entre os 28 e 30 ºC, sendo feitas, regularmente, remontagens com arejamento. Após a fermentação maloláctica, parte do vinho estagiou em barricas de madeira, durante cerca de um ano, e o restante permaneceu em cubas de inox até à preparação do lote final e do engarrafamento, que ocorreu cerca de ano meio após a vindima. A preparação do vinho para o engarrafamento limitou-se a uma ligeira colagem e uma filtração. Não se estabilizou pelo frio artificial podendo, por isso, formar um ligeiro precipitado com o tempo, que em nada prejudica a qualidade do vinho.
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-PARÂMETRO ANALÍTICOS
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Álcool em volume …. 13,7 % Vol. Acidez total ………... 4,66 gr/dm3 (ácido tartárico) Acidez volátil ……… 0,60 gr/dm3 (ácido acético) pH ………………….. 3,78
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-PROVA ORGANOLÉPTICA
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Concentrado na cor, possui um aroma intenso a fruta madura balanceado pelas notas de madeira devidas ao estágio em barricas de carvalho francês. Na boca impressiona pelo equilíbrio, persistência do sabor, intensidade do aroma retronasal e acidez, que lhe confere um final marcante e enorme sentido gastronómico. Terá, por certo, uma boa longevidade em garrafa.Está à altura de um cabrito assado ou de outro prato gordo da nossa gastronomia tradicional. Se conseguir guardar umas garrafas, goze-o durante a próxima década. Apresenta uma cor rubi carregado e excelente profundidade. O aroma é exuberante, sobressaindo as notas de frutos vermelhos e plantas silvestres entrecortadas com um ligeiro e distinto toque de boa madeira de carvalho. Na boca, surpreende pelo equilíbrio e elegância, sobressaindo a acidez típica do terroir, que lhe confere o grande sentido gastronómico.
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-APTIDÕES
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Enquanto novo, é especialmente indicado para pratos fortes e de sabores intensos, como o polvo à lagareiro, o bacalhau com broa ou a lebre com feijão branco. Com o tempo de garrafa ganha complexidade e arredondam-se os taninos, passando a ser o companheiro ideal para a perna de borrego no forno ou as perdizes de cebolada.
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-MODO DE SERVIR
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Servir a 16 ºC, quando jovem, e a cerca de 18 ºC, com mais de cinco anos de idade. Neste caso, poderá formar um ligeiro sedimento, se estiver sujeito às temperaturas baixas de invernos rigorosos, pelo que se justifica a sua decantação antes de servir.
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